A deputada federal Erika Hilton (PSOL) informou nesta terça-feira (13) que irá acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a derrubada do canal de WhatsApp “Tropa do Flávio”, que divulga conteúdos favoráveis ao senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República.
Assim, a iniciativa ocorre após o presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, determinar que a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registre o canal “Exército do Lula” como seu. Além disso, a decisão também prevê a suspensão do funcionamento do canal por 48 horas.
Erika afirmou que pedirá a retirada do canal pelo mesmo motivo apresentado na decisão sobre o “Exército do Lula”: a falta de registro no TSE.

“Estou acionando o TSE e pedindo a derrubada do canal ‘Tropa do Flávio’ no WhatsApp pelo mesmo motivo que Kássio Nunes Marques mandou bloquear o canal Exército do Lula: falta de registro no TSE”, escreveu a deputada.
A parlamentar também argumentou que os dois canais são administrados por apoiadores dos políticos, e não representam canais oficiais das campanhas. Segundo ela, o canal favorável a Flávio Bolsonaro é gerido pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL).
Já o canal de apoio a Lula é administrado pelo deputado federal André Janones (Avante).
Erika questionou ainda o que considera uma diferença de tratamento entre os dois casos. De acordo com a deputada, a decisão contra o “Exército do Lula” afeta cerca de quatro milhões de integrantes do canal.
“Mas somente o canal de apoio a Lula e seus 4 milhões de membros estão sendo censurados pelas decisões do presidente do TSE”, afirmou.
Erika acusa canal de divulgar desinformação
Na publicação, a deputada também acusou o canal “Tropa do Flávio” de compartilhar conteúdos falsos com finalidade eleitoral.
“O canal de Flávio Bolsonaro chegou a publicar imagens falsas de uma jovem usando drogas na manifestação de domingo e uma imagem completamente racista, gerada por inteligência artificial, de uma mulher negra limpando as paredes na Avenida Paulista”
Por fim, a deputada defendeu que as mesmas regras sejam aplicadas aos dois canais e cobrou providências da Justiça Eleitoral.
“As regras têm que valer para todos. E precisa ficar claro: quem está desrespeitando-as é o canal de Flávio Bolsonaro, e ele precisa pagar por isso. E é obrigação do TSE cobrar”, escreveu.











Catuense, pai, Advogado, Professor, Jornalista, Radialista, Gestor de futebol, Escritor e Empresário; Coordenador Municipal de Segurança Pública da Prefeitura de Catu; Professor de Educação Básica do Município de Itanagra; Membro da Academia Internacional de Literatura; Membro Imortal da Academia Interamericana de Escritores. Com formação em: Telecomunicações; Processo Petroquímico; Teologia; Matemática; Direito; e Ciências Biológicas; Mestre Em Comunicação e Jornalismo; Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais; Especialista em Direito Administrativo; Especialista em Criminologia; Especialista em Educação Basica; Especialista no Ensino de Matematica e Biologia; Especialista em Coordenação e Gestão Educacional; Graduando em Farmácia; Licenciando em Ciências da Computação e Informática; Licenciando em Física.

