A confirmação de novos casos do vírus Nipah (NiV), na Índia, voltou a acender o alerta das autoridades de saúde em todo o mundo. Considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) um dos agentes infecciosos com maior potencial de provocar surtos, o vírus chama atenção pela elevada taxa de letalidade e pela inexistência, até o momento, de vacina ou tratamento específico.
Autoridades de saúde da Índia confirmaram, pelo menos, cinco novos casos do vírus Nipah no estado de Bengala Ocidental, incluindo profissionais de saúde, o que levou à quarentena de cerca de 110 pessoas em um hospital local como medida de monitoramento e prevenção de novos contágios.

Por conta da situação, países vizinhos como Tailândia, Nepal e Taiwan aumentaram a fiscalização em aeroportos para reduzir o risco de propagação internacional. Apesar do alerta internacional, especialistas reforçam que, no atual cenário, não há motivo para pânico, mas sim para vigilância constante.
Risco de surto no Brasil
Neste sentido, profissionais da área médica afirmam que a probabilidade de o vírus Nipah causar um surto no Brasil – semelhante ao da Covid-19, que entre 2020 e 2023 resultou em cerca de 700 mil mortes -, é considerada baixa.Para a médica infectologista Clarissa Cerqueira, a possibilidade de o vírus ser o responsável por uma nova pandemia no Brasil é remota, principalmente por conta da localização geográfica do hospedeiro do vírus.
“Eu acho que o risco é baixo, porque o reservatório principal do vírus de Nipah são os morcegos do gênero Pteropus. E eles vivem de forma predominante na Ásia, na Oceania e na África. Então, a nível desse cenário, eu acho baixo”, explica a infectologista.
Ainda segundo a especialista, embora exista transmissão entre humanos, ela costuma ocorrer de forma limitada e em contextos específicos. “Tem transmissão entre os humanos? Tem, mas não é a principal forma. Geralmente acontece em surtos, de forma limitada, não é algo que fica perdurando por muito tempo. A gente precisa vigiar, mas a probabilidade eu considero um risco baixo”, reafirma Clarissa Cerqueira.
Fonte: A tarde











Catuense, pai, Advogado, Professor, Jornalista, Radialista, Gestor de futebol, Escritor e Empresário; Coordenador Municipal de Segurança Pública da Prefeitura de Catu; Professor de Educação Básica do Município de Itanagra; Membro da Academia Internacional de Literatura; Membro Imortal da Academia Interamericana de Escritores. Com formação em: Telecomunicações; Processo Petroquímico; Teologia; Matemática; Direito; e Ciências Biológicas; Mestre Em Comunicação e Jornalismo; Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais; Especialista em Direito Administrativo; Especialista em Criminologia; Especialista em Educação Basica; Especialista no Ensino de Matematica e Biologia; Especialista em Coordenação e Gestão Educacional; Graduando em Farmácia; Licenciando em Ciências da Computação e Informática; Licenciando em Física.

