O mercado da bola está fechado até o meio do ano, e o Bahia não se movimentou tanto quanto o normal. Ao todo, foram quatro reforços anunciados, marcando a menor movimentação do clube desde a aquisição da SAF pelo Grupo City, em 2023.
As chegadas de Kike Olivera, Roman Gomez, e Léo Vieira, junto ao retorno de Everaldo, são as únicas adições ao elenco para 2026. Além deles, foi acertada também a contratação do atacante argentino Alejo Veliz, mas este chega apenas no segundo semestre.
Entre os reforços, Kike Olivera e Everaldo chegaram por empréstimo. Já Léo Vieira e Roman Gomez assinaram em definitivo, sendo o lateral argentino a contratação mais cara, com custo de R$ 16,1 milhões.

Por que contratar menos?
A mudança de estratégia foi explicada pelo técnico Rogério Ceni, que destacou a necessidade de adequar os gastos à realidade financeira do clube.
“Foi investido bastante para 2024 quando se montou o meio-campo. Esse ano, o investimento foi mais contido porque o clube tem que caminhar com as próprias pernas. Dentro do faturamento do clube, tem que tentar estar adequado a essa realidade”, disse.
Em 2023, foram numerosos 20 reforços na primeira janela e cinco na segunda. Já em 2024, sete na primeira e dois na segunda, e em 2025, oito na primeira e três na segunda.
Parte da estratégia mais conservadora também está ligada a investimentos feitos no fim de 2025. O Bahia desembolsou cerca de R$ 23,7 milhões para adquirir Rodrigo Nestor e mais R$ 5 milhões na contratação do goleiro Ronaldo, valores que influenciam diretamente o orçamento atual.
Reposição no elenco
As chegadas também têm relação direta com as saídas recentes. O lateral-direito Roman Gomez assume a vaga deixada por Santiago Arias, que não renovou contrato, enquanto o ponta-direita Kike Olivera chega para substituir Kayky, emprestado ao Internacional.
Já o atacante Everaldo ocupa o espaço deixado pela venda de Tiago, e o goleiro Léo Vieira foi contratado após a aposentadoria de Danilo Fernandes, especialmente quando Ronaldo, goleiro titular do Bahia, se lesionou e deixou o time apenas com João Paulo para a sequência da temporada.
Além dessas saídas, o Bahia perdeu também Rezende, com rescisão de contrato, e Cauly, emprestado ao São Paulo. Por fim, outros jogadores que retornaram de empréstimo não foram aproveitados, como Dênis Junior, Vitor Hugo, André, Matheus Bahia e Rafael Ratão.
Outro caso curioso envolve o zagueiro Marcos Victor. Após retornar de empréstimo ao Ceará, o jogador atuou no Campeonato Baiano e foi novamente emprestado ao Santa Clara, de Portugal. Pouco tempo depois, porém, o Bahia solicitou seu retorno diante das lesões de Kanu e David Duarte.

Quando pode contratar mais?
Com o encerramento da primeira janela, o Bahia só poderá registrar novos reforços a partir de 20 de julho, quando será aberta a segunda janela de transferências do futebol brasileiro, que vai até 11 de setembro.
Antes disso, houve ainda um período extra de movimentação entre 4 e 27 de março, após a janela principal, que ocorreu entre 5 de janeiro e 3 de março.











Catuense, pai, Advogado, Professor, Jornalista, Radialista, Gestor de futebol, Escritor e Empresário; Coordenador Municipal de Segurança Pública da Prefeitura de Catu; Professor de Educação Básica do Município de Itanagra; Membro da Academia Internacional de Literatura; Membro Imortal da Academia Interamericana de Escritores. Com formação em: Telecomunicações; Processo Petroquímico; Teologia; Matemática; Direito; e Ciências Biológicas; Mestre Em Comunicação e Jornalismo; Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais; Especialista em Direito Administrativo; Especialista em Criminologia; Especialista em Educação Basica; Especialista no Ensino de Matematica e Biologia; Especialista em Coordenação e Gestão Educacional; Graduando em Farmácia; Licenciando em Ciências da Computação e Informática; Licenciando em Física.

