Salvador tem o mar como vizinho, ingrediente e referência à mesa. Ainda assim, comer bons frutos do mar pode pesar no bolso. É nesse encontro entre abundância natural, valor dos ingredientes e acesso à gastronomia que a 28ª edição do Salvador Restaurant Week encontra um de seus atrativos: a possibilidade de experimentar receitas com camarão, siri e lagosta em preparações que fogem do trivial, com menus completos a preços definidos.
O festival segue até 1º de novembro, com mais de 140 restaurantes participantes em diferentes regiões da capital baiana. A proposta é oferecer menus especiais com entrada, prato principal e sobremesa, a preços que variam de R$ 59,90 a R$ 119,90, conforme a categoria e o período da refeição.
No Blue Praia Bar, localizado no Rio Vermelho, o siri é apresentado em uma versão que aposta na delicadeza e na memória afetiva. O Siri a Vinagrete combina a carne do crustáceo com um tempero fresco, feito com ingredientes cortados na ponta da faca, e uma bolachinha de coco que acrescenta crocância.
“A ideia foi valorizar um ingrediente muito presente na nossa identidade gastronômica, mas com uma apresentação que trouxesse frescor e personalidade ao prato”, explica um dos sócios da casa, Serginho de Morais. “É uma forma de revisitar referências da culinária baiana”.

A participação no festival faz parte da trajetória do empreendimento, que esteve presente em quase todas as edições. Nas duas últimas, conta Serginho, o estabelecimento decidiu investir ainda mais na concepção do cardápio, na comunicação e na experiência oferecida ao público.
No Proa Gastrô Bar, na Pituba, o camarão se aproxima de uma das preparações mais emblemáticas da culinária afro-baiana. O chef Ricardo Vallari criou o Guioza de Vatapá com Camarão, Chili Oil de Pipoca e Coentro, em que o recheio de vatapá encontra a massa de origem asiática, levemente grelhada antes de ser finalizada no vapor.
A receita tem relação direta com a trajetória do chef. Criado entre referências baianas, sertanejas e italianas, Ricardo conta que a cozinha asiática foi a primeira a despertar seu interesse fora desse universo familiar.
O vatapá responde pela cremosidade e pela identidade local. A massa acrescenta delicadeza e textura, enquanto o chili oil traz picância e aromas. A pipoca reforça a crocância, e o coentro ajuda a equilibrar os sabores com frescor. “Para mim, o sabor é o protagonista e a técnica precisa fazer parte disso”, diz.
A inspiração mediterrânea também aparece no Spaghetti Cinque Terre, do Allê Varanda Bar, no Santo Antônio Além do Carmo. O prato reúne massa al dente, camarões, ervas aromáticas e pimentões amarelos e vermelhos. A referência vem das paisagens de Cinque Terre e Portofino, no litoral italiano, traduzidas para o prato por meio das cores e dos sabores associados à região.
Para o gestor do Allê, Rafael Casqueiro, os frutos do mar são indispensáveis à identidade da casa, que combina referências italianas e mediterrâneas com as raízes baianas. O restaurante trabalha com polvo, camarão e peixe adquiridos de fornecedores locais, buscando valorizar o frescor dos produtos da Baía de Todos-os-Santos.










Catuense, pai, Advogado, Professor, Jornalista, Radialista, Gestor de futebol, Escritor e Empresário; Coordenador Municipal de Segurança Pública da Prefeitura de Catu; Professor de Educação Básica do Município de Itanagra; Membro da Academia Internacional de Literatura; Membro Imortal da Academia Interamericana de Escritores. Com formação em: Telecomunicações; Processo Petroquímico; Teologia; Matemática; Direito; e Ciências Biológicas; Mestre Em Comunicação e Jornalismo; Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais; Especialista em Direito Administrativo; Especialista em Criminologia; Especialista em Educação Basica; Especialista no Ensino de Matematica e Biologia; Especialista em Coordenação e Gestão Educacional; Graduando em Farmácia; Licenciando em Ciências da Computação e Informática; Licenciando em Física.

