Pela segunda partida seguida, o Esporte Clube Vitória entrará com representação à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Depois das reclamações no jogo diante do Flamengo, pela Copa do Brasil, o confronto com o Athletico-PR, pela 13ª rodada do Brasileirão, neste domingo (26), também ficou marcado por polêmicas de arbitragem.
A partida entre Athletico-PR e Vitória, disputada na Arena da Baixada, no Paraná, foi apitada por Bruno Arleu de Araujo e Rodrigo Nunes de Sa estava no comando do VAR. O Leão da Barra saiu na frente do placar, contudo o Furacão conseguiu virar e fechar 3 a 1. O Rubro-Negro Baiano reclama de três lances cruciais da arbitragem, um deles gerou a marcação do pênalti do gol de empate do CAP.
Reclamações do Vitória:
- Pedido de Expulsão: A primeira reclamação surgiu logo aos sete minutos de jogo, quando ainda estava 0 a 0 no placar. Na ocasião, o volante Luiz Gustavo fez a falta em Zé Vitor, contudo, na sequência, o jogador do Athletico-PR chutou o atleta do Vitória enquanto ele estava no chão. A arbitragem deu apenas cartão amarelo e não houve recomendação de revisão no VAR.
- Contestação de pênalti: A segunda reclamação aconteceu no lance que deu origem ao gol de empate do Athletico-PR aos 30 minutos. Em uma disputa dentro da área do Vitória entre Kevin Viveros e Cacá, Bruno Arleu assinalou pênalti para o Furacão. Contudo, o Leão da Barra alega que Cacá não cometeu ação faltosa no lance, que novamente não teve revisão recomendada.
- Pedido de Expulsão: Além disso, aos 21 minutos do 2º tempo, Arthur Dias atingiu Renê em um carrinho violento. Bruno Arleu aplicou apenas cartão amarelo e mais uma vez o VAR comandado Rodrigo Nunes não recomendou revisão.

Após o apito final, o presidente do Vitória, Fábio Mota, reforçou as reclamações do clube nos três lances capitais. Além disso, o gestor cobrou respeito ao time.
“Respeitem o Vitória, um absurdo o que a arbitragem está fazendo com o Esporte Clube Vitória. O Brasil viu contra o Flamengo, agora três lances capitais. Vitória bem no jogo, um pênalti inexistente, todo mundo viu. Depois chute no Zé Vitor, para expulsão direta, por último o zagueiro tira Renê de campo e não é expulso. Critérios errados para escalar arbitragem. Nos sentimos impotentes. Trabalhamos muito, cheios de desfalques e fomos prejudicados. Desafio o Rodrigo Cintra, faça um levantamento para os jogos de Vitória, Remo, Chapecoense e Mirassol. Veja a arbitragem contra esses clubes e o que está acontecendo. Está na hora de repensar e reformar a comissão de arbitragem. Está na hora de repensar, escândalo o que estão fazendo. Orgulhoso do meu time e do jogo que fizemos hoje”, reclama Fábio Mota.











Catuense, pai, Advogado, Professor, Jornalista, Radialista, Gestor de futebol, Escritor e Empresário; Coordenador Municipal de Segurança Pública da Prefeitura de Catu; Professor de Educação Básica do Município de Itanagra; Membro da Academia Internacional de Literatura; Membro Imortal da Academia Interamericana de Escritores. Com formação em: Telecomunicações; Processo Petroquímico; Teologia; Matemática; Direito; e Ciências Biológicas; Mestre Em Comunicação e Jornalismo; Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais; Especialista em Direito Administrativo; Especialista em Criminologia; Especialista em Educação Basica; Especialista no Ensino de Matematica e Biologia; Especialista em Coordenação e Gestão Educacional; Graduando em Farmácia; Licenciando em Ciências da Computação e Informática; Licenciando em Física.

