A Campanha Salarial dos Rodoviários de Salvador 2026/2027 segue marcada pelo impasse entre o sindicato da categoria e os representantes das empresas de ônibus.
Em recente entrevista, o prefeito de Salvador, Bruno Reis afirmou que, diante da dificuldade de acordo entre as partes, o caso pode acabar sendo decidido através de um dissídio coletivo na Justiça do Trabalho.Segundo o prefeito, caso a negociação avance para o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a tendência seria uma decisão baseada na reposição da inflação do período, mas que os rodoviários estão tentando pressionar os empresarios para além do salario e ticket alimentação.
A declaração repercutiu mal entre trabalhadores que espera que o gestor da cidade e do sistema de transporte público faça intervenções para um bom acordo, principalmente porque a categoria reivindica não apenas reajuste salarial, mas também melhorias nas condições de trabalho, benefícios e avanços em cláusulas sociais.

Qual a diferença entre acordo coletivo e dissídio coletivo?
Muitos trabalhadores ainda têm dúvidas sobre como funciona cada etapa das negociações trabalhistas.
Veja a diferença:
Acordo Coletivo
O acordo coletivo acontece quando sindicato dos trabalhadores e sindicato patronal conseguem negociar diretamente e chegar a um entendimento comum.
Nesse modelo:
As duas partes discutem reajuste salarial;
Benefícios;
Jornada de trabalho;
Condições de trabalho;
Cláusulas sociais e econômicas.
Quando há consenso, o acordo é assinado entre as partes sem necessidade de decisão judicial.
Na prática, o acordo coletivo permite negociações mais amplas e específicas para a categoria.
Dissídio Coletivo
Já o dissídio coletivo acontece quando não existe acordo entre trabalhadores e patrões.
Nesse caso:
O impasse é levado ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT);
Os desembargadores analisam as propostas das partes;
O Ministério Público do Trabalho pode participar das audiências;
O tribunal pode apresentar propostas de conciliação;
Caso não haja entendimento, a Justiça decide as regras da campanha salarial.Ou seja, no dissídio, quem define o resultado final é a Justiça do Trabalho.
Como o TRT atua no dissídio?
Ao receber o processo, o TRT normalmente:
Convoca audiências de conciliação;
Escuta sindicatos e empresas;
Analisa a situação financeira do setor;
Observa inflação, impacto econômico e reivindicações;
Pode propor uma mediação entre as partes.
Se ainda assim não houver acordo, o tribunal julga o dissídio e determina:
Percentual de reajuste;
Manutenção de benefícios;
Regras da convenção coletiva;
Funcionamento do transporte durante paralisações.
Lideranças sindicais o vereador e Presidente Hélio Ferreira defendem que a campanha deste ano vai além do salário, envolvendo também questões relacionadas à saúde mental, escala de trabalho, condições da frota e valorização profissional.
Assista











Catuense, pai, Advogado, Professor, Jornalista, Radialista, Gestor de futebol, Escritor e Empresário; Coordenador Municipal de Segurança Pública da Prefeitura de Catu; Professor de Educação Básica do Município de Itanagra; Membro da Academia Internacional de Literatura; Membro Imortal da Academia Interamericana de Escritores. Com formação em: Telecomunicações; Processo Petroquímico; Teologia; Matemática; Direito; e Ciências Biológicas; Mestre Em Comunicação e Jornalismo; Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais; Especialista em Direito Administrativo; Especialista em Criminologia; Especialista em Educação Basica; Especialista no Ensino de Matematica e Biologia; Especialista em Coordenação e Gestão Educacional; Graduando em Farmácia; Licenciando em Ciências da Computação e Informática; Licenciando em Física.

